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Informações históricas

Em nossas páginas históricas nós acompanhamos o desenvolvimento das lentes para óculos desde o princípio. Aqui você também pode aprender um pouco mais sobre as pessoas que estão por trás dessas descobertas.

1. Número de Abbe

Número de Abbe v

Prof. Dr. Ernst Abbe

Número de Abbe v

Carl Zeiss abriu uma oficina opto-mecânica em 1846 e obteve uma excelente reputação como fabricante de microscópios. Embora a estreita cooperação com cientistas de renome tenha permitido a Carl Zeiss melhorar constantemente a qualidade dos microscópios, foi somente após a sua colaboração com Ernst Abbe (a partir de 1866) que ele conseguiu dar base científica à construção dos microscópios. Mais tarde, em 1883, Otto Schott, Ernst Abbe, Carl Zeiss e Roderich Zeiss fundaram o "Glastechnisches Laboratorium Schott und Genossen" (atual "Schott Glas") para poderem produzir vidro com base nas últimas descobertas científicas de Ernst Abbe.

Número de Abbe v

Número de Abbe v

Até então, os vidros ópticos eram diferenciados apenas pela indicação do seu "peso específico"! Ernst Abbe introduziu então um novo parâmetro muito importante - um parâmetro sem o qual a óptica oftálmica moderna seria difícil de imaginar: a razão entre refração e dispersão, conhecido como «número de Abbe» que mais tarde passou a ser usado para a produção de lentes orgânicas.

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2. Revestimento AR

Revestimentos antirreflexo

Patente

Revestimentos antirreflexo

Na virada do século 18 para o século 19, Josef von Fraunhofer (1787 – 1826) observou que lentes velhas com superfícies corroídas apresentavam maior transmissão. Alterações causadas pela corrosão reduziam o índice de refração nas camadas superiores do vidro. Isto resultou na diminuição da reflexão e, com isso, no aumento da transmissão.

 

O opticista inglês Denis Taylor foi mais além, ao utilizar ácido para corroer artificialmente as lentes. Embora este método tenha sido patenteado em 1904, ele permaneceu insignificante, uma vez que tornava porosa e menos durável a superfície das lentes.

 

Em 1935, A. Smakula, da Carl Zeiss, inventou um novo método de redução das reflexões nas superfícies ópticas. Ele conseguiu adicionar um revestimento à superfície de uma lente, resultando não apenas na redução das reflexões como também em boa durabilidade. A patente para este método foi guardada em segredo até 1939 e foi finalmente lançada somente quando um método similar foi desenvolvido nos Estados Unidos.

 

Até hoje, o trabalho de Smakula forma a base dos procedimentos padrão usados na redução das reflexões em lentes oftálmicas.

3. Geometria da superfície

Geometria da superfície – ontem e hoje

Lente de ponto focal

Geometria da superfície – ontem e hoje

Por volta do ano de 1804, o físico inglês Wollaston descobriu que a acuidade visual diminuía quando o usuário de lentes biconvexas olhava através da periferia das lentes, e que lentes em forma de menisco ofereciam imagens com melhor definição. Após esta descoberta, foram feitas tentativas sucessivas para melhorar as propriedades de imagem das lentes. Os oftalmologistas Ostwald e Tscherning foram os primeiros a projetar lentes em forma de menisco com menor aberração nas zonas periféricas. Entretanto, os resultados não tiveram significância prática, uma vez que eles foram calculados somente para ângulos de visão muito pequenos e para lentes com espessura central teórica igual a zero.

Em 1908, a companhia Carl Zeiss confiou o cálculo exato das lentes oftálmicas a Moritz von Rohr, um dos membros da equipe científica. Ele projetou uma lente de ponto focal, onde as aberrações nas regiões periféricas eram minimizadas. Estes cálculos de Moritz von Rohr foram a base para o desenvolvimento das atuais lentes Punktal da ZEISS.

O caminho para lentes mais planas

Lente periscópica

O caminho para lentes mais planas

Mesmo que as propriedades melhoradas de imagem tenham sido alcançadas com as primeiras lentes de ponto focal, a considerável curvatura das lentes se apresentou como um retrocesso cosmético, especialmente para altas prescrições positivas.

Para tornar as lentes mais atraentes, foram introduzidas as denominadas lentes periscópicas, onde uma das superfícies era quase plana. Isto tornou a lente mais plana como um todo, mas resultou também em consideráveis aberrações nas zonas periféricas. Sobretudo no caso de maiores potências dióptricas, estas aberrações causavam visão embaçada.

Lente asférica / atórica

Lente asférica / atórica

A solução – boa aparência e boa visão com a mesma lente – surgiu através das lentes asféricas e atóricas.

 

Em 1986, a Carl Zeiss foi o primeiro fabricante – e ainda hoje o único – a oferecer lentes monofocais com uma superfície anterior atoroidal: a lente Hypal. Este moderno desenho de superfície oferece uma qualidade de imagem incrível por um largo campo de visão e, ao mesmo tempo, lentes planas mais estéticas.

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4. Asfera

Propaganda das lentes ZEISS Katral, publicada em 1928

Propaganda das lentes ZEISS Katral, publicada em 1928

O desenho asférico de superfície não é algo novo na ZEISS. Já em 1923 as lentes asféricas para catarata Katral foram lançadas no mercado. Entretanto, as complexas técnicas de manufatura resultavam em um preço muito alto: uma lente Katral custava tanto quanto um mês de aluguel de um apartamento luxuoso com 4 quartos no melhor bairro de uma grande cidade. Era evidente que um preço tão alto não poderia ser pedido para lentes normais no mercado.

5. Vidro

Há quanto tempo existe vidro?

Há quanto tempo existe vidro?

Já no século 12 eram produzidas placas de vidro mineral. Janelas de igrejas, por exemplo, eram feitas de pequenos pedaços de vidro colorido unidos por chumbo. Entretanto, vidro totalmente transparente era produzido somente em Veneza, na Itália.
Na Alemanha, durante aquele período, o beril (pedra semi-preciosa) era utilizado para a ampliação na leitura. O efeito de ampliação deste cristal de rocha branco-água se dava simplesmente pela sua colocação sobre o texto a ser lido.
O vidro mineral foi usado pela primeira vez nas lentes oftálmicas por volta do ano de 1250. Hoje em dia, as lentes podem ser feitas de vidro ou de materiais orgânicos.
O plástico CR 39 (Columbia Resin) foi desenvolvido, pela primeira vez há 50 anos, para produzir lentes orgânicas para óculos.

6. Proteção solar

Proteção solar

Não apenas a contração das pupilas, mas também o fechamento das pálpebras protege os olhos contra a claridade e a radiação ultravioleta. A observação deste fato provavelmente levou à criação do que é conhecido como "óculos de fenda".

 

Estes óculos de madeira usados pelos esquimós foram uma das formas mais primitivas de proteção solar. Suas fendas estreitas diminuem a claridade e o ofuscamento nas regiões onde a neve e o gelo refletem até 80 % da luz solar.

7. Lentes bifocais

Lentes bifocais

Óculos bifocais (por volta do ano de 1870). A potência dióptrica da visão para perto é obtida quando se coloca as lentes laterais no campo visual. Museu de Óptica, Oberkochen

Os óculos e lentes multifocais já existem por mais de 200 anos em diversos formatos. A invenção das lentes bifocais é atribuída ao estadista norte-americano Benjamin Franklin (lente de Franklin). Em 1785, ele apresentou um óculos com lentes bifocais, onde duas metades de lentes eram montadas em cada lado da armação. A metade superior da lente era usada para a visão para longe, e a parte inferior, para leitura.

 

O termo "bifocal" foi concebido pelo mecânico John Isaac Hawkins que, já em 1826, havia proposto a construção de óculos com lentes trifocais.

Óculos bifocais do tipo inventado por Benjamin Franklin (por volta do ano de 1860). Museu de Óptica, Oberkochen

Óculos bifocais do tipo inventado por Benjamin Franklin (por volta do ano de 1860). Museu de Óptica, Oberkochen

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