As lentes perfeitas para uma ótima visão

Um exame de vista revela os defeitos visuais que uma pessoa tem. Com base nesses resultados, o oftalmologista tem condições de prescrever as lentes ideais que permitirão o paciente recuperar sua visão nítida

Independente de uma pessoa ser hipermetrope (só objetos distantes são vistos com nitidez), míope (só objetos próximos são nitidamente reproduzidos na retina), astigmática (a visão é embaçada ou distorcida devido a uma córnea irregular) ou presbíope (ametropia acumulativa de curta distância) – as lentes certas estão lá fora para qualquer defeito visual.

As lentes corretas para uma ótima visão

As lentes corretas para uma ótima visão

Os nossos olhos funcionam como uma câmera de precisão. A córnea e o cristalino representam as lentes da câmera. Eles concentram os raios de luz e os projetam com precisão na retina. A acomodação é um tipo de sistema de foco das lentes. Ela é comparável a uma câmera na qual é possível para nós ver precisamente objetos que estão longe e perto. Entretanto, somente uma pequena minoria pode contar com olhos que funcionam tão bem.

 

Somente 58% das pessoas que não usam óculos após os 40 anos atingem uma acuidade visual total e, mesmo entre os usuários de óculos, apenas 66 % atingem uma visão nítida.

Por essa razão, começando aos 40 anos, no máximo, cada pessoa deve passar anualmente por uma consulta e um exame de vista. Um oftalmologista pode verificar sua acuidade visual. A boa notícia: A lente certa está lá fora para, virtualmente, qualquer defeito visual, independente da forma de ametropia.
Um exame oftálmico também deve ser regularmente feito para verificar anormalidades e mudanças orgânicas nos olhos.

Vision Animations: Como a visão funciona?

Os particulares

Consulta com um oftalmologista

Consulta com um oftalmologista

Miopia
A queda na força refrativa do olho é equilibrada por uma lente corretiva côncava para que a imagem reproduzida na retina seja nítida novamente.

Hipermetropia
A força refrativa excessiva do olho é equilibrada por uma lente corretiva convexa para que a imagem reproduzida na retina seja nítida novamente.

Astigmatismo
A força refrativa irregular do olho é equilibrada por uma lente corretiva cilíndrica para que a imagem seja novamente reproduzida na retina de maneira nítida e sem distorções.

Presbiopia
A força refrativa deficiente do olho na faixa de perto é re-equilibrada com uma lente corretiva convexa (óculos de leitura). Como resultado, os objetos próximos são novamente reproduzidos na retina com nitidez.

A seleção de lentes para óculos disponível atualmente é vasta. O produto ideal está lá fora para qualquer defeito visual. Os especialistas diferenciam entre:

Lentes de visão simples
Essas lentes possuem um efeito corretivo uniforme sobre toda a superfície da lente. Elas facilitam uma visão nítida e relaxada para o usuário em todas as distâncias.

O próprio olho ainda tenta o ajuste da acuidade necessária para enxergar a várias distâncias, por exemplo, durante uma leitura. Os óculos de leitura para presbiopia são uma exceção, pois as lentes utilizadas são otimizadas para distâncias curtas.

Graças a mais moderna tecnologia, hoje é possível trazer o peso das lentes para um mínimo. Mesmo para casos graves de ametropia, existem lentes planas, leves e finas com alto conforto para o usuário.

Em muitos produtos ZEISS, mesmo as lentes incolores absorvem tanta luz UV que uma proteção UV ideal é fornecida sob condições de clima normal.

A lente adicional fundida é claramente visível

A lente adicional fundida é claramente visível

Lentes bifocais
Como o nome sugere, essas lentes contêm dois (= o prefixo “bi”) efeitos óticos – para perto e para longe.

Nas lentes bifocais de vidro natural, o valor dióptrico necessário para a faixa de perto é obtido por uma lente adicional fundida na parte inferior do vidro. Nas lentes bifocais de vidro orgânico, o efeito para a faixa de perto é obtido por uma superfície adicional moldada com um raio pequeno na face frontal.

Lentes trifocais
Além de capacitarem o usuário a enxergar de perto e de longe, elas também possuem uma terceira e adicional zona intermediária para visão de meio alcance (50 cm a 1,50 m). As lentes trifocais também vêm perdendo terreno para as lentes progressivas.

As lentes progressivas desfrutam de popularidade máxima

As lentes progressivas desfrutam de popularidade máxima

Lentes progressivas
A inovação começa – as modernas e agora disponíveis lentes progressivas oferecem super vantagens sobre as lentes bifocais e trifocais: As lentes progressivas possibilitam uma visão nítida em todas as distâncias. Não existem saltos de imagem no campo visual nem uma borda de separação.

Em 1983, a ZEISS estabelecia novos padrões para as lentes progressivas com sua solução, a Gradal HS. A abreviatura HS significa Simetria Horizontal (do inglês, Horizontal Symmetry). Ela assegura impressões visuais homogêneas para o olho direito e o esquerdo com os movimentos dos olhos.

Graças à Gradal Top E, as faixas de visão e, especialmente a faixa intermediária, podem ser substancialmente ampliadas e melhor adaptadas aos requerimentos fisiológicos do usuário. A primeira lente progressiva personalizada da Carl Zeiss foi usada em 2000 e tem sido aperfeiçoada até hoje. A última geração é denominada de Lentes progressivas Individual 2. A superfície funcional pode agora ser otimizada para cada efeito individual. Além disso, as características individuais, como distâncias inter-pupilares, inclinação, distância entre o vértice da córnea, tamanho da armação e distância de trabalho principal da faixa de perto, foram todas levadas em consideração.

Gamas de lentes progressivas

 

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